O comerciante de Descalvado (SP) Sudmar Franzin, de 49 anos, que viveu momentos de desespero junto com um instrutor durante um salto de parapente, no Rio de Janeiro, disse hoje (26) que não ficou com nenhum trauma após o ocorrido, e que voaria de novo, se o tempo estivesse limpo, e sem nuvens.
No dia 17 de agosto, os dois ficaram durante quatro minutos no meio de uma nuvem. O caso ganhou repercussão depois que um amigo do comerciante postou o vídeo do salto na internet.
Franzin isentou o instrutor de qualquer culpa pelo incidente e, para ele, tudo não passou de uma 'infelicidade'. “Na hora que fui pular, o tempo estava limpo, estava aberto. Com uns 5 minutos de voo veio essa neblina, que fechou em cima da gente, e veio uma rajada de vento que nos levou para dentro da nuvem”, disse.
Segundo o instrutor de voo livre Luiz Gonzaga Pereira de Souza, de 57 anos, ele não falhou durante o procedimento, que durou 13 minutos. “Eu não falhei. Eu estava atento, não considero erro. Poderia acontecer com qualquer um. Eu fui surpreendido pelas condições meteorológicas. Eu virei um sanduíche”, falou. Ele foi suspenso por tempo indeterminado do Clube São Conrado de Voo Livre. Souza ainda terá a licença de voo reavaliada e vai passar por um curso de reciclagem.
Confira o vídeo com o momento do salto.


segunda-feira, agosto 26, 2013
Taiany Moraes
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